Com uma análise e orientação profissional, você pode descobrir se tem dinheiro a receber: horas extras, férias, FGTS, adicional de insalubridade, acúmulo de função, danos morais, ou outros valores que ficaram pra trás.
A gente escuta sua história, analisa seus documentos, identifica possíveis erros da empresa e mostra com clareza se vale a pena entrar com ação trabalhista ou não.
Seu tempo de trabalho vale dinheiro. E seus direitos não são favor — são garantias que a empresa tem obrigação de cumprir.
Analisamos seu contrato, função e jornada para identificar se a empresa deixou de cumprir seus deveres com você.
Verificamos erros como horas extras não pagas, acúmulo de função, férias mal calculadas ou FGTS irregular.
Acompanhamos você em cada passo, com orientação clara e segura, até resolver o que a empresa te deve.
Descubra se a empresa te pagou tudo certo.
Analisamos sua jornada, salário, função, horas extras e rescisão para identificar o que ficou pendente — e o que pode ser cobrado na Justiça.
Você saiu da empresa e sentiu que teve algo errado?
Revisamos todos os valores pagos na demissão: 13º, férias, aviso, FGTS, multa e outros direitos.
Se tiver erro, a empresa precisa pagar.
Seus direitos foram desrespeitados?
Entramos com ação trabalhista com base sólida, provas bem organizadas e estratégias para aumentar suas chances de ganhar e receber o que é seu.
Se você está sofrendo abusos ou irregularidades no trabalho, damos orientação jurídica sobre seus direitos, como agir com segurança e o que pode ser registrado como prova.
Verificamos se o que está no seu contrato bate com o que você realmente faz. Se tiver desvio de função, acúmulo ou mudança sem reajuste, isso pode gerar direito a indenização ou adicional.
Do início ao fim da sua ação trabalhista, você será acompanhado com atenção, estratégia e clareza. Explicamos cada passo, preparamos as provas e lutamos pra que você receba tudo o que tem direito.
Trabalhadores que buscam seus direitos no tempo certo conseguem recuperar milhares de reais que a empresa deixou de pagar.
Agir rápido é mais justo — e mais inteligente — do que deixar passar.
Henrique Junio Arantes Martins, inscrito na OAB/GO 64479, atua de forma estratégica na área trabalhista com foco [ na proteção dos direitos do trabalhador. Com experiência prática em ações trabalhistas, ele ajuda pessoas que foram demitidas injustamente ou que passaram por situações irregulares no trabalho a recuperarem o que é delas por direito.
Há mais de 3 anos, Henrique tem sido a escolha de confiança de trabalhadores que buscam justiça após demissões indevidas, falta de pagamento de direitos ou situações de abuso nas relações de trabalho. Seu trabalho vai desde a análise cuidadosa de cada caso até a condução completa do processo trabalhista com clareza, responsabilidade e firmeza.
É especializado em:
Ações por verbas rescisórias não pagas
Reconhecimento de vínculo empregatício
Horas extras, insalubridade e acúmulo de função
Assédio moral e sexual no ambiente de trabalho
Demissão por justa causa sem motivo válido
Se você sente que foi prejudicado pela empresa onde trabalhou e quer saber se tem algo a receber, Henrique Junio Arantes Martins é o advogado ideal para analisar o seu caso com atenção, explicar seus direitos com clareza e lutar pelo que é justo com estratégia e seriedade.
Se você foi demitido sem receber seus direitos ou está passando por injustiças no trabalho, é essencial agir logo com orientação jurídica especializada.
Esperar demais pode fazer você perder prazos importantes e acabar abrindo mão de valores que são seus por direito. Entre os problemas mais comuns que analisamos todos os dias estão:
– Verbas rescisórias pagas a menos ou em atraso
– FGTS não depositado corretamente
– Horas extras não pagas ou jornada abusiva
– Assédio moral ou sexual no ambiente de trabalho
– Demissão por justa causa injusta ou sem explicação
– Contrato PJ que esconde vínculo de emprego (pejotização)
Você não está sozinho. Com apoio jurídico, você pode recuperar o que a empresa deixou de pagar e proteger seu histórico profissional com dignidade.
A verdade é que muita gente deixa de entrar com ação e perde tudo por medo, desinformação ou insegurança.
E enquanto isso, o que acontece?
• A empresa continua errando com outros funcionários
• Você continua sem saber se tem algo a receber
• O tempo vai passando — e seus direitos prescrevem
• Você perde a chance de receber o que trabalhou pra conquistar
Justiça não é favor. É seu direito.
Agir no momento certo pode mudar tudo.
E buscar o que é seu é o primeiro passo pra seguir em frente com cabeça erguida.
Você precisa passar por uma análise jurídica. A gente avalia seu contrato, contracheques, extrato do FGTS e o termo de rescisão. Se houver erro ou falta de pagamento, é possível entrar com ação para cobrar o que ficou pra trás. A análise é gratuita.
Sim. Se você trabalhava além do horário registrado e não recebia pelas horas extras, isso pode ser cobrado na Justiça. Inclusive domingos, feriados e intervalos não concedidos. O importante é ter provas, como conversas, registros ou testemunhas.
Sim. Isso é chamado de “pejotização”. Se você tinha obrigações de funcionário (horário, subordinação, rotina fixa), mesmo sendo PJ, pode ter direito a reconhecer vínculo e cobrar tudo como se fosse CLT: férias, 13º, FGTS e mais.
Sim. Quando há abuso, humilhação constante, gritos, ameaças ou exposição constrangedora no ambiente de trabalho, isso pode ser configurado como assédio moral. A Justiça reconhece e pode indenizar. É possível acionar mesmo após a demissão.
Sim. Se a justa causa foi aplicada de forma abusiva, desproporcional ou sem provas concretas, é possível contestar na Justiça. Se for revertida, você recebe todos os direitos de uma demissão comum: aviso prévio, FGTS, multa, 13º, etc.
Sim. O FGTS deve ser depositado mensalmente pela empresa. Se isso não aconteceu, você pode cobrar na Justiça — e o prazo para isso é de até 2 anos após a saída do emprego. A empresa pode ser obrigada a pagar com correção.
Os principais são: carteira de trabalho, contracheques, termo de rescisão, extrato do FGTS, registros de ponto (se tiver), conversas com superiores e qualquer prova que comprove o que você está alegando. Não precisa ter tudo — a gente orienta o que for necessário.
Sim. O prazo para entrar com ação trabalhista é de até 2 anos após a demissão. Então se você está dentro desse período, ainda pode buscar seus direitos normalmente.
Sim.
Trabalhamos com um modelo de atendimento jurídico estratégico e individualizado, conduzido diretamente pelo advogado responsável.
A consulta inicial possui o valor de R$ 647, e inclui:
• Atendimento personalizado e direto com o Dr. Henrique Arantes
• Análise jurídica minuciosa da sua situação trabalhista
• Orientações claras, embasadas e aplicáveis ao seu caso específico
• Esclarecimento de dúvidas e direcionamento sobre possíveis medidas judiciais
Este valor garante um atendimento com foco absoluto em qualidade, ética, estratégia e resultado real — não trabalhamos com respostas genéricas, atendimentos rápidos ou promessas vazias.
Se o seu caso tiver viabilidade jurídica e você desejar avançar, explicamos com total transparência todas as próximas etapas.
Sim. Cada profissional tem uma forma de avaliar e interpretar a situação. Se você tem dúvidas ou se sentiu inseguro, pode nos procurar. A segunda opinião pode fazer toda a diferença. Vamos analisar com atenção e seriedade.